domingo, 2 de fevereiro de 2014

NÃO HÁ BARREIRAS PARA OS VERDADEIROS ADORADORES

NÃO HÁ BARREIRAS PARA OS VERDADEIROS ADORADORES

INTRODUÇÃO
Nos dias do nascimento do Senhor Jesus uma estranha comitiva chegou a Jerusalém. Três (?) "magos" do oriente, muito provavelmente da Mesopotâmia, região onde se localiza, entre outros países, os atuais Irã e Iraque. Em outros tempos aquela região também fora chamada de Padã-Arã ou Caldéia (Dt 26.5), de onde saiu Abrão, Sarai e Ló em direção à terra prometida tendo como motivação e garantia apenas o chamado de Deus (Gn 12.1).
Embora a tradição eclesiástica lhes dê nomes (Melchior, Gaspar e Baltazar), diga quantos foram (costuma-se dizer que eram três por causa dos presentes entregues – ouro, incenso e mirra) e os faça reis (da Pérsia, Índia e Arábia, respectivamente), a bíblia nada diz a respeito, apenas diz que eram "uns magos do oriente". Estas tradições foram incorporadas ao cristianismo por volta do séc. VII[1].
O que podemos afirmar é que eram magos (magoi) e não reis e que, provavelmente, entre seus estudos se ocupavam da observação dos astros e não seria motivo de espanto se conhecessem os vários livros e tradições religiosas de seu tempo, dos hebreus inclusive.
O que fazia deles "homens estranhos". Sua maneira de vestir era diferente do que habitualmente se via na Palestina. Mas não era exatamente isto o que faria deles "estranhos", até porque a Palestina estava acostumada com o trânsito de gregos, egípcios, etíopes, romanos e diversas outras nacionalidades.
Não era, também, o seu meio de transporte, provavelmente camelos e mulas, que, mesmo chamando a atenção nas ruas, poderia fazer deles estranhos. Sua língua, mesmo que fosse desconhecida, não seria problema porque praticamente todo o mundo de então se comunicava em grego koinê, uma variação do grego usada normalmente pelos soldados greco-macedônios que se espalharam pelo mundo durante o reinado de Alexandre, o grande, e que foi incorporada pelos conquistadores romanos.
O que os tornava muito, muito estranhos mesmo, era o propósito de sua viagem. Porque eles estavam ali? Porque queriam adorar o recém-nascido rei dos judeus (Mt 2.2). Mas, para conseguirem realizar seu propósito, precisaram superar ao menos três barreiras:


I.    A BARREIRA DA DISTÂNCIA PODE SER SUPERADA POR QUEM QUER ESTAR NA PRESENÇA DO SENHOR

Uma das alegações que ouvimos, às vezes, como desculpas para não frequentarem os cultos é a de dificuldade de acesso à Igreja, geralmente a distância.
1 Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia, em dias do rei Herodes, eis que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém.
Uma rápida olhada no mapa do oriente médio nos faz constatar que os magos orientais percorreram aproximadamente 600km desde a Mesopotâmia até Jerusalém. O que já parece uma grande distância no séc. XXI, com carros que chegam a mais de 200km/h, com estradas asfaltadas e sinalizadas, torna-se ainda maior quando imaginamos que estes homens atravessaram rios (muitos sem pontes), montanhas (com caminhos de animais e não estradas) e deserto (sem água, com a temperatura oscilando entre 0o e 50o).
Isto explica porque aqueles homens chegaram a Belém e encontraram o menino em uma casa, e não na manjedoura, como os pastores. A uma média de 15km por dia eles gastariam 40 dias para chegar em Jerusalém, mais um ou dois dias até, finalmente, conseguirem ver o menino a quem buscavam adorar. Mas é possível que tenham demorado muito mais tempo, pois a preparação de uma viagem como a que eles empreenderam não era tão rápida, e muitos outros obstáculos podem ter se levantado.
Como explicar que gentios empreendessem uma viagem desta apenas para entregar presentes a um rei? Somente uma razão os levava a tal atitude: eles sabiam que não era um simples rei. Sabiam que iriam encontrar não um simples rei ao qual deveriam honrar, mas o Rei messiânico prometido, o rei ao qual todo joelho deve se dobrar.
Conheço muitas pessoas que andaram, a pé, e no escaldante sol da Transamazônica, 15, 20 ou mais km para participarem de um culto. Aqueles crentes tinham fé que estavam se dirigindo para algo mais que uma reunião social, estavam indo para adorar ao Senhor. Com chuva ou ao sol, enfrentavam semanalmente as distâncias e se colocavam diante do mesmo Jesus que os magos queriam adorar.
Com os magos aprendemos que a distância não é uma barreira para os verdadeiros adoradores. Ninguém mora longe demais de Deus (Sl 139.7-10) a ponto de não ter como adorá-lo. Mas, para quem tem o coração o coração longe de Deus, qualquer distância é maior que todos os desertos do mundo (Mt 15.8) porque o seu coração é um enorme deserto e o amor do Pai não está nele (I Jo 2.15) e os mandamentos do Senhor acabam sendo considerados penosos (I Jo 5.3).
Não havia interesses mundanos, não havia política envolvida, não havia desejo de pedir nada – havia, apenas, o desejo de adorar ao Senhor Jesus. Não há razão mais forte, não há razão mais imperativa do que esta para alguém dirigir-se à presença do Senhor e, de todo o coração, adorá-lo.
Quem o busca desta maneira, o encontra (Sl 34.4). Quem o busca de todo o coração terá a ventura de encontra-lo (I Cr 28.9).
A certeza que havia no coração daqueles magos é a certeza que também pode haver no seu coração nesta ocasião, se tão somente praticardes aquilo que o Senhor te diz em sua Palavra (Jr 29.13).
É com base nesta certeza que eu te convido nesta ocasião: busque ao Senhor, e ele se deixará achar por ti e, mais ainda, se você for a ele, com certeza ele te receberá (Jo 6.37) e não te rejeitará.

II.   A BARREIRA DA DESINFORMAÇÃO PODE SER SUPERADA POR QUEM QUER CONHECER AO SENHOR

Os magos tinham informações verdadeiras, mas imprecisas a respeito do messias. Sabiam o tempo em que ele havia nascido, sabiam também de qual país ele era rei. Sabiam até que não era um rei como qualquer outro, mas um tipo especial de rei que requeria não apenas homenagens, mas adoração.
1 Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia, em dias do rei Herodes, eis que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém.
2 E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos para adorá-lo.
3 Tendo ouvido isso, alarmou-se o rei Herodes, e, com ele, toda a Jerusalém; 4 então, convocando todos os principais sacerdotes e escribas do povo, indagava deles onde o Cristo deveria nascer.
5 Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta:
6 E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar a meu povo, Israel.
7 Com isto, Herodes, tendo chamado secretamente os magos, inquiriu deles com precisão quanto ao tempo em que a estrela aparecera.
Quando souberam do nascimento do rei dos judeus, eles cometeram algumas obviedades frutos do desconhecimento: vão procura-lo na capital do reino. E é assim que deveria ser mesmo – lugar de rei é na sede do reinado. O problema é que o reino de Jesus não é deste mundo (Jo 18.36).
Chegando a Jerusalém eles de dirigem ao lugar onde os reis normalmente residem: o palácio. Esperavam encontrar um menino cercado de servos no palácio do rei da Judéia pois não sabiam que aquele que havia nascido não veio para ser servido, mas para servir (Mc 10.45).
Como muitos hoje, eles procuraram a Jesus nos lugares errados. Multidões estão andando de um lado para o outro, como cegos, guiados por outros cegos (Mt 15.14), ouvindo gritos de que ele está em um ou outro lugar (Lc 17.23) mas não o encontrarão desta maneira. Para encontrar Jesus é necessário o conhecimento que só pode ser conseguido através da Palavra de Deus.
E é justamente na Palavra que a resposta para a busca dos magos vai ser encontrada. A criança não estava nem no palácio, nem em Jerusalém – estava no lugar onde Deus havia anunciado que estaria. O nascimento da criança ocorre não apenas no tempo exato, mas na plenitude dos tempos, no lugar e contexto determinados pelo Senhor.
Aproximadamente 700 anos antes do nascimento do menino um profeta chamado Miquéias anunciava que o messias nasceria na pequena Belém (Mq 5.2), terra natal do rei Davi.
Os magos erraram – e erraram por não conhecer. Não é diferente de hoje, quando um falso evangelho, um evangelho segundo o mundo que mais parece com a proposta feita pelo diabo a Jesus (Mt 4.8-9) leva multidões a acharem que estão indo na direção certa mas ao cabo não passa de um largo e espaçoso caminho de morte (Pv 14.12).
Multidões vão a lugares onde o Senhor não é adorado, pelo contrário, honrado com os lábios, desprezado e odiado com o coração como no palácio real. Qual a causa disso? Podemos perceber a causa na atitude dos escribas que, tendo conhecimento do local do nascimento do redentor, apenas "dão a informação" e não tem qualquer atitude em relação ao messias. Sacerdotes que rejeitam a verdade da palavra de Deus (Os 4.6) e falam segundo o seu próprio interesse, o seu ventre é o seu Deus (Fp 3.19).
Mas os magos eram diferentes, eles queriam verdadeiramente adorar ao menino. Corrigem seu erro, param de buscar a Jesus no palácio. Não intentam mais encontra-lo na capital real. Vão a Belém, a cidade que estava no centro do propósito de Deus de, ali, dar ao mundo o salvador.
Com o exemplo dos magos em mente que te convido a corrigir a sua busca. Convido você a confiar no Senhor (Pv 3.5) e a entregar-se a ele em alegre confiança. Entregue seu caminho em suas mãos e veja a maravilha que é tê-lo como seu Deus (Sl 37.5). Atenda ao convite do Senhor e conheça-o verdadeiramente (I Co 2.12).


III.  A BARREIRA DA RELIGIOSIDADE DEVE SER QUEBRADA PARA SE ADORAR VERDADEIRAMENTE AO SENHOR

Os magos não eram judeus – e como tais não seriam aceitos numa cerimonia religiosa judaica. Se houvessem chegado a Jerusalém e ido ao templo para tentar prestar alguma forma de culto ou adoração ao Deus de Israel – pois seu objetivo era adorar ao rei-messias, teriam sua entrada proibida. Há um exemplo claro disto nas Escrituras. Trata-se etíope, eunuco, tesoureiro da rainha Candace: por ser eunuco, e, por isso, impossibilitado de circuncidar-se e tornar-se judeu, ninguém perdia tempo explicando-lhe a Palavra de Deus (ver ref.).
3 Tendo ouvido isso, alarmou-se o rei Herodes, e, com ele, toda a Jerusalém; 4 então, convocando todos os principais sacerdotes e escribas do povo, indagava deles onde o Cristo deveria nascer.
5 Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta:
6 E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar a meu povo, Israel.
7 Com isto, Herodes, tendo chamado secretamente os magos, inquiriu deles com precisão quanto ao tempo em que a estrela aparecera.
8 E, enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide informar-vos cuidadosamente a respeito do menino; e, quando o tiverdes encontrado, avisai-me, para eu também ir adorá-lo.
9 Depois de ouvirem o rei, partiram; e eis que a estrela que viram no Oriente os precedia, até que, chegando, parou sobre onde estava o menino.
10 E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo.
11 Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra.
Embora quase imperceptível, há sutis barreiras que os magos tiveram que superar:
i.        A barreira da indiferença: Herodes convoca todos os principais sacerdotes e os escribas, estudiosos profissionais das Escrituras. Viviam para isso, e eram mantidos pelos dízimos e ofertas do povo para que conhecessem e lhes explicassem as Escrituras. O padrão era (Esdras ou Neemias?): deveriam dispor o seu coração para conhecer, cumprir e ensinar a vontade de Deus (), mas estavam longe de fazer isso. Todos eles eram indiferentes ao interesse dos magos – e certamente entre eles havia alguém que tivera conhecimento do estranho testemunhos de Simeão e Ana, quando um certo menino chamado Jesus foi circuncidado algum tempo antes. Isso não mudaria, ou antes, mudaria para pior, pois mais tarde resolveriam matar Jesus (), seguindo o mau exemplo de Herodes. Ainda tem muitos, hoje, indiferentes ao Senhor Jesus. Ainda não querem ouvir e atender ao seu doce chamado (vinde a mim todos).
ii.       A barreira de interesses inconfessáveis: Herodes só fornece a indicação sobre onde encontrar o menino porque não sabe, ele mesmo, onde ele estaria. Mas não há interesse em promoção da adoração desta criança – mesmo sendo esta a motivação declarada dos orientais. Ele não se importava se os magos o adorariam, na verdade, como muitos dos reis da época, seguindo o exemplo dos faraós e imperadores romanos, ele próprio desejava ser honrado como um deus (voz de um deus). O interesse de Herodes era um só: manter o seu trono, a qualquer custo, mesmo que para isso precisasse derramar sangue de crianças inocente. Herodes tem seguidores nos nossos dias, que, de algum modo, se aproximam de Jesus sem a motivação correta no coração, querendo alguma forma de benção ou realização pessoal. Quantas motivações não são apenas interesses políticos, financeiros, sociais, éticos e morais, sensuais? Se é assim, estas coisas todas, mesmo coisas boas como emprego e família, não passam de ídolos que foram sendo levantados e que precisam cair para que você experimente a graça de servir somente a Cristo e ser abençoado por ele.
iii.     A barreira das tradições: certamente não pensamos que os magos não tinham a sua própria religião, suas próprias tradições religiosas. Provavelmente eram respeitados em seu meio religioso, e agora estão diante de uma nova religião que não podia lhes mostrar uma única imagem de seu Deus, dispostos a adorar um menino que não tem ligação alguma com as suas divindades, tendo que se humilhar diante de sacerdotes e escribas de uma religião insignificante no contexto daquela época. Não era e não é fácil romper com tradições religiosas que geralmente recebemos de pessoas que amamos e respeitamos, como pais e avós. Mas as tradições podem ser fúteis (I Pe 1.18) e devem ser deixadas de lado quando conhecemos a verdade. O que sempre é feito em família, em sociedade, em grupos de amigos pode se tornar algo escravizador – mas são apenas barreiras que devem ser destruídas para que se possa adorar livremente ao Senhor.
Todas estas barreiras podem ser destruídas. Ninguém precisa ficar preso a nenhuma delas, mesmo que aprendidas há muito tempo (Is 29.13). Para nos dar liberdade o Senhor Jesus fez-se semelhante a nós, venceu todas as tentações (Hb 4.15) e nos dá a verdadeira liberdade (Jo 8.36) fruto da experiência da verdade (Jo 8.32).

QUAIS AS BARREIRAS QUE VOCÊ AINDA TEM EM SUA VIDA? SE VOCÊ FOR POR OUTRO CAMINHO ELAS NÃO ESTARÃO LÁ!?

Há muitas barreiras que podem dificultar a transformação de alguém em verdadeiro adorador. A pior delas é a própria vontade. A bíblia chama a vontade vacilante de "ânimo dobre" (Tg 1.8), isto é, uma vontade mutável, inconstante e sem firmeza, que, embora conhecendo a verdade, deixa-se influenciar por outros fatores secundários, embora suficientemente fortes para fazer com que pessoas que, num primeiro momento, acolhem alegremente a Palavra da verdade mas logo se deixam enredar por elas (Mc 4.19). Quais são estes cuidados do mundo? Riquezas, projetos pessoais, trabalho, família, amizades, relacionamentos sociais e emocionais, compromissos anteriormente assumidos que precisam ser abandonados por quem já conhece a verdade.
A bíblia fala de homens como Demas que, mesmo depois de cooperado com Paulo (Fm 1.24), amou o presente século e abandonou a Paulo e ao evangelho (II Tm 4.10). João explica este abandono dizendo que eles apenas pareciam ser crentes, mas não eram verdadeiros adoradores (I Jo 2.19).
Mas o grande modelo de pessoas que preferiram seus interesses ao invés do Senhor Jesus pode ser encontrado nos gadarenos. Mesmo depois de Jesus ter curado o endemoninhado que vivia nos sepulcros e os demônios terem entrado numa manada de porcos e lançarem-se no abismo, eles preferiram que Jesus fosse embora por causa do prejuízo que sofreram (Mt 8.33).
Quero convidar você a tomar uma atitude diferente. Fazer diferente e ser diferente, fugir ao curso dos acontecimentos, ao jeito do mundo de fazer as coisas, a, com o conhecimento da verdade, colocá-la em prática em sua vida. Liberte-se das barreiras, erga-se e adore ao Senhor.
Veja o que os magos orientais fizeram:
12 Sendo por divina advertência prevenidos em sonho para não voltarem à presença de Herodes, regressaram por outro caminho a sua terra.
 Após ouvirem a advertência do Senhor, fizeram o inesperado. Retornaram por outro caminho – não precisavam dar satisfação a Herodes, ou a quem quer que fosse, pois estavam obedecendo ao Senhor da terra e céu. Atenda você também. Adore de todo o seu coração ao único que pode salvar-te. Esqueça homens, tão pecadores quanto você (Sl 146.3). Esqueça objetos, que tem mãos, pés, boca e nariz, mas nada fazem (Sl 115.3-8). Esqueça tradições e instituições, pois só há salvação em Jesus (At 4.12).




[1] Uma descrição dos "reis magos" foi feita pelo "Venerável Beda" (673-735 d.C.) em seu tratado "Excerpta Et Colletanea": "Belquior era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur, terra dos Caldeus. Gaspar era moço, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio. E Baltasar era mouro, de barba cerrada e com quarenta anos, partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz".

4 comentários:

Unknown disse...

Boa noite Reverendo, só gostaria de dizer q não eram 3 reis mogos, a Biblia fala q eram 3 presentes ouro, incenso e mirra e não 3 reis magos. ela menciona "os mogos" e não 3. obg

nevesbm disse...

Excelente mensagem!!!!

Rev. Mendes disse...

Utilizei a tradição de que eram três apenas como ponto de partida argumentativo e note que coloquei um [?] após os três justamente para dizer que o número de magos [Mt 2.1 μαγοι - o nome dado pelos babilônicos (caldeus), medos, persas, e outros, a homens sábios, mestres, sacerdotes, médicos, astrólogos, videntes, intérpretes de sonhos, áugures, advinhadores, feitiçeiros etc.] é incerto.

Unknown disse...

Muito bom esse estudo edificante e que nos ensina sobre verdeiros valores e que não devemos medir esforços para buscar a presença de Jesus Cristo que é o único digno de ser adorado! Parabéns Rev. Mendes que Deus abençoe ricamente sua vida,seu ministério.

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